A diferença entre Filtro Químico e Filtro Físico

Para quem pensa que os filtros solares são todos iguais, engana-se! De alguns verões para cá, a tecnologia nos laboratórios evoluiu muito e uma nova geração de protetores solares está disponível.
Um exemplo do avanço tecnológico é o aumento da presença dos filtros solares físicos. Por muito tempo esquecidos, os filtros físicos costumam levar como ativo óxido de zinco ou de ferro e funcionam de forma diferente dos químicos. Normalmente, os filtros químicos agem criando uma reação química na pele, já os físicos, ao invés disso, formam uma barreira capaz de refletir a radiação UVA e UVB.

A ausência de penetração na pele faz com que o filtro físico seja recomendado principalmente para grávidas, crianças, peles sensíveis e pessoas que se submeteram recentemente a procedimentos estéticos, como o uso de laser. Devido à sua alta aderência, ele deixa a pele “esbranquiçada” e por algum tempo não tinha o mesmo apelo comercial dos filtros químicos.  No entanto, com a evolução da indústria cosmética, os novos filtros físicos tornaram-se mais translúcidos. Além disso, outra saída foi colorir o filtro, que agora pode ser usado como base de maquiagem e conta com a adição de óxido de ferro, o que dá a ele um tom róseo. A base usada pela maquiagem nada mais é do que um filtro físico também, porém que apresenta a vantagem de proteção contra a luz visível. A luz visível é representada pelas lâmpadas brancas ou amarelas, luzes de monitores de computadores, etc.

Outra questão é a dificuldade de encontrar e identificar os filtros físicos no mercado. Enquanto em países como Estados Unidos e Japão a oferta é ampla, no Brasil os protetores completamente inorgânicos ainda são exceção. 

Mas, não se assuste, existem filtros químicos, mesmo para crianças, que são muito bons! O correto é procurar um especialista na hora de escolher o filtro ideal. Também é importante lembrar que, mesmo usando a proteção adequada, a pessoa continua correndo risco se pegar sol em horário de alta radiação.

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Dra. Rafaela Salvato, Dermatologista.
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Dra. Rafaela Salvato

Dermatologista em Florianópolis

Filiada ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina CREMESC sob n° 14.282, ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo CREMESP sob o n° 133.312 e registro de especialista (RQE) sob n° 10.934.

Especialização em Laser e procedimentos estéticos pela Harvard Medical School, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos da América, sob supervisão do Prof. Dr. Richard Rox Anderson...

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