Xantelasma

O mal do século possui um nome muito curto e com apenas sete letras. Com certeza você já sabe qual é, porque ele já ilustrou diversas capas de revistas, apareceu em inúmeros programas de televisão e – claro – é a estrela do cardápio de muitos fast-foods.
O mal do século – segundo indicam os institutos de pesquisa da Alemanha, em parceria com empresas de dados da Irlanda e Bélgica (que muito se preocupam com a questão alimentar) é a gordura.

A gordura em excesso no organismo humano leva ao problema da obesidade, que desencadeia uma série de outros problemas: diabetes, colesterol, hipertensão, problemas nas juntas, alterações de humor, suor excessivo e dificuldade de locomoção – além, claro, do preconceito e do bullying (especialmente quando estamos falando de crianças acima do peso).
Não existe (pelo menos até agora) um medicamento milagroso que elimine de uma vez só todo o excesso de gordura em seu organismo. Por isso, as recomendações médicas (até mesmo da OMS – Organização Mundial da Saúde) são sempre as mesmas: procure realizar uma alimentação balanceada, alternada com a prática de exercícios físicos pelo menos três vezes por semana. Costuma funcionar, a não ser que o problema seja muito mais grave.
Mas o artigo de hoje irá falar sobre um tipo de gordura não tão sério, mas que também incomoda. Estamos nos referindo ao Xantelasma, um problema com nome estranho.
Xantelasma, conhecido como Xantelasma da pálpebra (Xantelasma palpebral) é caracterizado por um acúmulo incomum de gordura ao redor do olhos, levando a pequenas lesões. Normalmente, o Xantelasma é mais comum entre pessoas do sexo feminino, sendo desencadeado por um problema no metabolismo. Especialistas ainda tentam decifrar onde ocorre especificamente o problema que dá origem ao Xantelasma e as pesquisas apontam caminhos que envolvem as taxas de colesterol, mas nenhuma relação conseguiu ainda ser comprovada, restando apenas hipóteses.
Outros estudos apontam que a razão do Xantelasma surgir é hereditária, ou seja: passada de pai para filho. Isso significa que se alguém na sua família possui Xantelasma, existe a probabilidade de que você sofra com essa doença também – ou apenas carregue o gene que pode desencadeá-la.
Mas a boa notícia é que o gene que carrega o problema do Xantelasma é raro, sendo que de cada mil pessoas, apenas duas o carregam. Isso mostra também que o Xantelasma é mais raro do que se pensava.

No entanto, não há cura para o Xantelasma. Os progressos na área estética, no entanto, abriram novas perspectivas de tratamento para o Xantelasma, com Laser de CO2 ou bisturi. Procure seu médico dermatologista e peça a ele orientações que podem ajudá-lo.
Clínica de dermatologia em Florianópolis SC, Rafaela Salvato Dermatologia – Xantelasma
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Dra. Rafaela Salvato

Dermatologista em Florianópolis

Filiada ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina CREMESC sob n° 14.282, ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo CREMESP sob o n° 133.312 e registro de especialista (RQE) sob n° 10.934.

Especialização em Laser e procedimentos estéticos pela Harvard Medical School, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos da América, sob supervisão do Prof. Dr. Richard Rox Anderson...

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