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Alterações dermatológicas na gravidez

Tudo que está ao nosso redor é resultado de alguma matéria prima. A cadeira onde você está sentado lendo esse artigo, por exemplo, pode ser um móvel fabricado a partir da madeira. Ou, ainda, pode ser fabricado em plástico, um derivado do petróleo.
E assim com todos os objetos: tudo que tocamos, enxergamos e até comemos é resultado de algo que a natureza nos ofereceu para o uso. O homem não cria nada; ele apenas transforma o que encontra ao seu redor, a partir de um trabalho que dá uma finalidade prática ao objeto criado.
Sim, é isso mesmo. O papel não é criação do homem, por exemplo; é apenas um fruto da descoberta de como transformar árvores em um objeto branco, liso e fino, propício à escrita. Nem mesmo a roda, tão famosa em expressões populares (como “inventou a roda”, “descobriu a roda”, usadas ironicamente), é criação do homem. É apenas, novamente, fruto da natureza.
No entanto, isso não retira do homem o fato de que é um descobridor, movido por curiosidade, sempre disposto a encontrar melhores condições de sobrevivência, fato que garantiu sua existência no planeta ao longo dos últimos 10.000 anos.

Uma das provas de que estamos intimamente conectados com a natureza é a gravidez. As mulheres são capazes de gerar novas vidas, assim como acontece em todo o mundo animal. É uma transformação incrível, que acontece a todo o momento. Nesse minuto, dezenas de bebês estão chegando ao mundo.
No entanto, a natureza se encarrega do primordial: do cuidado à vida. Então, conforme já apresentamos, podem surgir alterações dermatológicas na gravidez, dos mais diversos tipos. A seguir, nesse artigo apresentaremos duas delas, que muito incomodam as grávidas: manchas na pele e linha nigra.
As manchas na pele constituem a alteração dermatológica na gravidez mais comum. Geralmente acometem as mulheres no rosto, fazendo com que fiquem com uma mancha marrom-claro perto das bochechas. Isso acontece porque a pele da mulher fica mais sensível com a produção de hormônios durante a gravidez, fazendo com que fique mais vulnerável ao sol. Para evitar esse tipo de manchas, não fique longos períodos exposta ao sol e use sempre protetor solar.
A segunda alteração dermatológica na gravidez que falaremos é a “linha nigra”. Um nome muito estranho e por esse termo nada deve vir a sua mente. Mas estamos falando daquela linha vertical bem escura na barriga da grávida. Se essa alteração dermatológica na gravidez surgiu, não se preocupe. Depois de um período após o parto ela costuma sumir.

Clínica de Dermatologia em Florianópolis – Alterações dermatológicas na gravidez

Máquina de bronzeamento artificial

Máquina de bronzeamento. Uma tirinha de um famosíssimo cartunista mostrava um pequeno garoto vendo seu pai trabalhar. O adulto reclamava sozinho, enquanto usava o computador. Suas queixas diziam algo em relação a como as máquinas tornaram o nosso tempo de trabalho muito maior. Ou seja: acreditava-se que com máquinas mais eficientes e velozes (como o computador) ganharíamos mais tempo para descansar, já que as tarefas seriam liquidadas em pouco tempo.
O que aconteceu, ainda segundo a personagem, foi que as máquinas tornaram sim nosso trabalho mais rápido. Mas nem por isso deixamos de trabalhar bastante: com mais tempo livre, somos forçados a trabalhar mais. Por exemplo: se antigamente, com uma máquina de escrever, demorávamos 8 horas para realizar uma tarefa, com o computador demoramos 2 horas. Mas em vez de descansar essas seis horas, completamos o tempo finalizando outras três tarefas. É por isso que muitas pessoas saem esgotadas do escritório ao fim do dia.
Por isso, ficava a indagação ao fim da tirinha: será que realmente as máquinas nos ajudam? Essa dúvida vai ajudar você, caro leitor ou leitora, ao longo desse artigo, que trata de uma máquina. Mas não é uma máquina qualquer, é uma máquina que promete satisfazer a vaidade da mais exigente mulher, deixando-a com o corpo do jeito que a sociedade julga belo, principalmente nos países tropicais. Você sabe do que estamos falando?

O assunto de hoje tratará das máquinas de bronzeamento artificial. Esse é um tema bastante controverso, que divide algumas opiniões, por isso gostaríamos que você valorizasse sua saúde, lesse com atenção os próximos parágrafos e buscasse a opinião de médicos especialistas qualificados que poderão ajudar você a entender melhor o tema que estamos tratando.
A máquina de bronzeamento surgiu a partir de uma idéia: oferecer às mulheres e homens a possibilidade de alcançar um bronzeado perfeito, sem ter de ir à praia, passando longas horas na esteira à beira do mar, virando ora para um lado, ora para outro.
Assim, a partir dessa idéia, uma máquina de bronzeamento foi desenvolvida. O princípio usado é o mesmo do sol: usar a luz para deixar a pele mais escura. No entanto, ao longo dos anos e depois de algumas pesquisas, as máquinas de bronzeamento começaram a chamar atenção das autoridades de saúde, devido à suspeita de que as máquinas de bronzeamento seriam causadoras do câncer de pele.
Esse fato é defendido por um órgão internacional que fez um estudo relativo às máquinas de bronzeamento artificial. A conclusão foi de que sim – elas representam risco à saúde.

Dra Rafaela Salvato – Dermatologista em Florianópolis – Máquina de bronzeamento

Hanseníase

Dois mil anos já se passaram (segundo alguns relatos e estudos, porque sempre há controvérsia nesse caso) desde que Jesus habitou a Terra. Discussões à parte (e até nem pretendemos entrar na área religiosa), Jesus conseguiu dividir a humanidade em dois momentos, antes e depois de vir ao mundo. Sendo assim, temos Antes de Cristo, AC, e Depois de Cristo, DC.
Então, imagine: 20 séculos são bastante tempo, tomando como referência a expectativa de vida de um ser humano, que varia de 40 a 90 anos, dependendo do lugar onde vive e do estilo de vida. E imagine ainda se voltarmos mais tempo no passado do que vinte séculos.
Todo esse contexto é necessário para que você entenda como a doença de que iremos falar nesse artigo é antiga. A doença já foi documentada muito antes de Jesus, e na época de Jesus era famosa, tanto que muitos dos milagres de cura foram realizados em que pessoas com essa doença.
Estamos falando da Hanseníase, nome atual da doença que já recebeu outras denominações, que carregavam preconceito e medo. Hanseníase é o modo correto de se referir à lepra. Mas como ela conseguiu atravessar vários períodos da humanidade, sobrevivendo durante todo esse tempo? Descubra a seguir, lendo o artigo que preparamos para você.

A Hanseníase é causada por um microorganismo, sendo por isso infecciosa (que pode ser passada de pessoa para pessoa). Por isso, muitas pessoas ficam com medo de entrar em contato com pessoas portadoras da doença por medo de serem contaminadas.
A Organização Mundial da Saúde já esclareceu que a transmissão da Hanseníase é feita por meio da respiração. No entanto, vale ficar atento aos detalhes: assim que o tratamento é iniciado, a doença deixa de ser transmissível. Ou seja: se a pessoa descobriu que é portadora de Hanseníase, depois do início do tratamento pode voltar ao convívio familiar, sendo apta até para executar sua profissão.
Vale lembrar que a maior parte dos adultos são resistentes ao microorganismo que causa a Hanseníase. Por isso, infelizmente os casos atingem mais as crianças, que são infectadas quando há algum adulto contaminado por perto.

Os médicos costumam dizer que a Hanseníase possui um período de incubação longo. Isso significa que pode demorar para que a doença comece a causar problemas à pessoa. Por isso é importante consultar regularmente um médico e – em caso de qualquer suspeita – ir urgente ao hospital.
Por último, mas não menos importante, é bom que todos saibam que a Hanseníase possui cura. Antigamente (basta lembrar-se dos exemplos que conhecemos pela Bíblia), os portadores de Hanseníase eram segregados da sociedade, vivendo excluídos da família e da vida social da cidade. Atualmente, o tratamento pode ser feito em casa, durando de seis meses a um ano.
Dra Rafaela Salvato, dermatologista em Florianópolis SC – Hanseníase

Calvície


Com uma nova idade chegam novas experiências. Durante a infância não percebemos as mudanças, mas – principalmente – na época da pré-adolescência para frente, nossa mente e maturidade evoluem constantemente, o que é muito interessante, já que a vida é uma espiral infinita de aprendizados.
No entanto, com as novas experiências chegam também os desafios e problemas. E com a nova idade, chegam situações que você não faz a mínima idéia de como enfrentar. Os dermatologistas costumam citar, por exemplo, a chegada do problema da calvície.
Esse problema chega sem avisar, mas dá pequenas pistas, principalmente depois que você entende que todo ser humano é 50% fruto dos cromossomos da mãe e 50% fruto dos cromossomos do pai.

Ou seja: se um dos lados possui nos genes um problema genético, existe a chance de que ele tenha sido repassado a você. A boa notícia é que atualmente a medicina está muito avançada e – se não existir cura para seu problema – com certeza já existe um tratamento. O avanço da internet e o acesso à informação se tornaram muito rápidos, o que faz com que a comunidade de pesquisas científicas e a comunidade médica de todo o mundo estejam sempre em contato.

Todo esse contexto é importante para que você observe que a Calvície, um problema que aflige muitos homens, é um problema genético. Claro, quando percebemos que apresentamos esse componente genético que faz o cabelo cair, é um tanto impactante saber que existe a possibilidade de que ficaremos carecas.

Passado o susto e o pânico inicial, é hora de buscar o tratamento para a Calvície (que pelos médicos é conhecida como Alopecia – um nome muito mais simpático, não acham?). E aqui, a título de curiosidade: você sabia que Alopecia vem de uma palavra grega, que é Alopex? E você sabia que Alopex quer dizer raposa? Mas, afinal, o que tem a ver raposa com Calvície? A raposa também apresenta frequente queda de pêlos, e é por isso que esse foi o nome escolhido para representar cientificamente o popular nome da Calvície.
Para saber se você realmente sofre com Calvície, consulte um médico dermatologista. É muito mais fácil, rápido e prático. Você não sofre por antecipação e nem cria problemas que não possui. Às vezes muitos homens acham que estão ficando carecas porque encontram muitos fios de cabelo na pia e no ralo do chuveiro.

Claro, esse pode ser um sinal de Calvície, mas todo ser humano perde até cem fios de cabelo por dia, ou seja: cabelo cair é absolutamente normal. O problema acontece quando os fios que caem não são repostos, o que acaba resultando na Calvície.

E, por último, existem outros problemas que podem levar à Calvície, problemas que não são genéticos, como a seborreia. Por isso, novamente nossa dica final é: procure um médico. Quanto antes você descobrir e quanto antes você tratar do problema da Calvície mais fácil será para continuar com seus belos cabelos acima da sua cabeça.

Rafaela Salvato Dermatologia – Dermatologista em Florianópolis SC – Calvície

Molusco contagioso

Antigamente, mas muito antigamente, as doenças não possuíam nome. Os médicos da época, normalmente curandeiros do próprio povoado (já que as cidades ainda nem existiam) referiam-se aos problemas de saúde pelos sintomas. Por exemplo: tal pessoa está com o mal da cabeça que dói. Ou: aquela mulher sofre com dores que apertam sua barriga. E, ainda: aquele homem está com uma ferida de guerra que faz seu sangue se espalhar por dentro do corpo.
Agora, imagine quanto tempo era gasto para falar “problema que faz o sangue se espalhar por dentro do corpo”. E imagine ter de discutir com outra pessoa, falando sempre o nome do sintoma. Complicado, não? Não seria muito mais fácil falar, por exemplo, “hemorragia interna”?
A solução parece óbvia e é óbvia, mas é apenas óbvia porque você já conhecia a solução. Caso você vivesse na época, sofreria com esse problema também.
É por isso que, junto com o desenvolvimento da medicina, desenvolveu-se também a etimologia médica, ou seja, a criação de nome para as doenças. Vale ressaltar que sempre existem dois tipos de nomenclatura: o nome científico da doença, normalmente escrito em latim, e o nome popular, que a maioria das pessoas conhece.
No entanto, isso não impediu que nomes muito estranhos fossem criados para doenças muito simples. É o caso do que veremos hoje, nesse artigo que fala de uma doença de pele, conhecida como Molusco contagioso, nome para lá de estranho, não?

O Molusco contagioso é uma doença que atinge a pele. Como o próprio nome diz, ela é contagiosa, ou seja, pode ser passada de pessoa para pessoa. Por isso é importante que o diagnóstico seja feito o mais rápido possível, para evitar que mais pessoas sejam atingidas pela doença.
Vale notar que existem diversas formas de transmissão do Molusco contagioso, que pode ser feita a partir do contato direto com objetos que a pessoa infectada usou ou contato com a própria pessoa. Isso acontece porque o Molusco contagioso é causado por um vírus, e vírus possuem alto poder de disseminação e – principalmente – capacidade de sobreviver até as mais difíceis situações.

Normalmente, o Molusco contagioso atinge crianças, quando elas estão com alguma ferida em aberto. O vírus do Molusco contagioso atinge o rosto, braços, pés e outras partes do corpo. Mas, caso já esteja ficando preocupado, aqui vão algumas informações muito importantes: o Molusco contagioso não é uma doença grave. O Molusco contagioso mais incomoda do que prejudica a saúde.

E, por fim, para que você entenda como o Molusco contagioso se manifesta: inicialmente surgem na pele pequenas bolinhas brancas, que aumentam de tamanho até ficarem do tamanho da cabeça de um alfinete. O diagnóstico e tratamento para o Molusco contagioso deve ser sugerido por um dermatologista.

Rafaela Salvato Dermatologia – Dermatologista Florianópolis – Molusco contagioso

Rosácea

O corpo humano possui uma série de mecanismos de defesa que foram alinhados ao longo de milhões de anos de evolução. Por exemplo: ao perceber uma situação de perigo eminente, o corpo humano libera uma descarga de adrenalina no sangue, que aguça todos os sentidos (visão, olfato, audição e até paladar), fornecendo também energia extra para os músculos se movimentarem.
É por isso que, em uma situação de medo, você consegue correr muito mais rápido do que normalmente conseguiria. Basta lembrar, por exemplo, de quando um cachorro perseguiu você ou de quando você precisou correr para pegar o ônibus para um compromisso importante. Ou seja: além do medo, o estresse também produz alterações em nosso metabolismo que ajudam a garantir ou facilitar nossa sobrevivência.

O problema é que muitos desses mecanismos de defesa perderam sua função ou foram alterados de forma a que não possuam mais nenhuma utilidade prática. É o caso, por exemplo, de pessoas que ficam vermelhas quando se sentem constrangidas ou com vergonha. Normalmente, esse fato mais atrapalha do que ajuda, porque acaba causando mais constrangimento do que a situação em si. Ou seja: as outras pessoas sabem que você ficou com vergonha e esse fato causa ainda mais vergonha em você. Então, ao invés de passar por um só constrangimento, seu corpo fez com que você passasse por um constrangimento duplo!

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Caso você não saiba, existe uma doença de pele que provoca esses sintomas. O nome dela é Rosácea, você já ouviu falar? Bem, em primeiro lugar, recomendamos calma. Não é porque você fica vermelho quando está encabulado que significa que está doente. Nada disso. A Rosácea possui essa característica, de fazer as pessoas ruborizarem quando passam por alterações no ambiente ou passam por variações emocionais, mas não são apenas esses os sintomas da Rosácea.

Mulheres – normalmente as mulheres já maduras, de 30 a 60 anos – são as que mais passam pelo constrangimento da Rosácea. Todo mundo consegue lembrar, por exemplo, da moça que vai à academia e fica bastante corada com os exercícios. Essa é uma resposta normal do organismo, já que a movimentação de sangue é mais intensa, o que faz os vasos capilares de dilatarem, alterando a cor da pele.

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 Vale sempre – e nunca é demais relembrar – procurar um médico, caso você acredite que o seu caso é parecido com as situações que descrevemos acima. Apenas o médico pode fazer o seu diagnóstico. E caso seja Rosácea, não se preocupe. Normalmente o tratamento é tranquilo, envolvendo cremes e soluções preparadas para serem aplicadas na região onde a cor vermelha fica mais intensa no seu rosto.
Por último, vale lembrar: a Rosácea não possui cura. A solução é conviver pacificamente com ela e manter sempre a calma, procurando um médico dermatologista caso surjam sintomas diferentes dos aqui descritos.

Rafaela Salvato Dermatologia, Clínica de dermatologia em Florianópolis SC. Rosácea

Intradermoterapia capilar


Em um filme de ficção científica da década de 80, quando as pessoas ficavam doentes, ao invés de irem para o hospital, recebiam em casa a visita de um médico. O problema de saúde poderia ser dos mais variados tipos, desde uma simples gripe até uma infecciosa tuberculose ou um mortal câncer.O doutor chegava à casa da pessoa, tirava da maleta uma espécie de seringa, abria outro compartimento da maleta e escolhia um dos milhares de frascos coloridos e pequenos que estavam ali. Essa etapa demorava alguns minutos, porque eram muitas as opções, com nomes complicados no rótulo, que poderiam levar o paciente à morte se o escolhido fosse o errado.Passado esses minutos de tensão, o médico finalmente escolhia o frasco e colocava-o dentro do objeto que se parecia com uma seringa. Então, segurava a pele do paciente, em uma espécie de beliscão, e aplicava debaixo da pele dele todo o conteúdo que estava dentro do frasco, de uma só vez. A diferença para a vacina é que o remédio não era líquido, e sim em formato de pequenas cápsulas, que faziam um barulho quando eram expelidas para fora da seringa. Mas como a arte imita a vida, e vice-versa, esse tipo de procedimento não é mais encontrado apenas em filmes, com a ressalva de um ou outro detalhe diferente.

E aqui chegamos ao ponto que gostaríamos de falar desde o início, que é a Intradermoterapia Capilar. Esse procedimento se assemelha muito ao que descrevemos acima, conforme a cena do filme de ficção científica. Mas, como se trata de vida real, o procedimento é mais simples. Para que você entenda, a Intradermoterapia Capilar é uma técnica que consiste na aplicação de substâncias medicamentosas debaixo da pele ou de algum tecido.

E qual a diferença entre ingerir um remédio oralmente e aplicar esse remédio debaixo da pele? A diferença é que colocando o remédio debaixo da pele você estimula uma resposta local, ou seja: com uma alta concentração de um medicamento em determinado lugar, o corpo reage mais rapidamente.

E para que a Intradermoterapia Capilar serve? Bem, você já conhece o que a técnica de Intradermoterapia faz e você também sabe que a palavra Capilar se refere a cabelos ou pelos. Então, podemos concluir, logicamente, que essa é uma técnica que atua para ajudar a diminuição da calvície.

Durante o tratamento da Intradermoterapia Capilar são feitas aplicações de doses com conteúdo diversos. Elas podem conter substâncias que diminuem a oleosidade do couro cabeludo, substâncias que ajudam a melhorar a circulação sanguínea do local, aminoácidos, vitaminas, e – claro – substâncias específicas para o aumento do crescimento de cabelos no local.

Por último, lembre-se: antes de tentar a Intradermoterapia Capilar consulte um médico dermatologista e verifique qual é o melhor tratamento para o seu caso.

Rafaela Salvato Dermatologia, Clínica de dermatologia em Florianópolis SC. Intradermoterapia capilar

Hemangiomas

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Quando alguma anormalidade surge em nosso corpo, surgem também duas preocupações. A primeira é: será que é perigoso? Essa etapa inicial gera muita ansiedade nas pessoas, o que faz com que fiquem nervosas e deixem as pessoas que estão ao seu redor nervosas também.
O problema é que até marcar uma consulta, visitar o médico, fazer os exames, retornar ao médico e receber o diagnóstico, perde-se um precioso tempo, que deixa ainda mais nervosa e pessoa. Quando tudo acaba bem e descobre-se que o problema não irá afetar a saúde da pessoa de nenhuma maneira, surge a segunda preocupação: será que esse problema irá afetar a estética?
Um recente caso que saiu na mídia mostrava que um ator ficou meses sem sair de casa porque durante um passeio em uma ilha paradisíaca participou de uma atividade de mergulho e – por uma infelicidade – encontrou uma água-viva enquanto nadava. Os tentáculos da água-viva encostaram em seu braço, causando uma queimadura. O incidente, felizmente, não colocou em risco a vida do ator, mas com medo de que ficasse uma cicatriz permanente no lugar ele preferiu ficar um tempo afastado, tanto do sol como dos paparazzi.
Um dos tipos de anormalidade que surge na pele de algumas pessoas é o hemangioma. Conforme já falamos acima, o hemangioma é um daqueles problemas que não afeta a saúde da pessoa, mas que pode trazer problemas à estética. Mas você sabe o que são hemangiomas? Ou como eles acontecem? Fique atento então aos próximos parágrafos.

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Hemangiomas são tumores. E é aqui que muitas pessoas ficam de cabelo em pé, lembrando-se e associando tumores imediatamente ao câncer. Mas calma: hemangiomas são tumores, mas do tipo benigno. O que acontece é que muitos vasos sanguíneos, por uma razão que ainda está sendo estudada, se concentram em uma parte específica da pele ou até de alguns órgãos.
Quando acontecem na pele, é mais fácil – obviamente – de identificar os hemangiomas. No entanto, quando o hemangioma acontece nos órgãos, eles apenas podem ser identificados através de exames e – muitas vezes – são descobertos até sem querer.
Para saber se trata-se de hemangioma ou de algum outro problema, os médicos ficam atentos aos sintomas. Hemangiomas normalmente aparecem como uma mancha grande e de tom vermelho ou roxo.
Existem hemangiomas dos mais diversos tipos, como o hemangioma tuberoso, o hemangioma cavernoso, o hemangioma plano, o hemangioma capilar e o hemangioma tumoral. Até mesmo esse último não é maligno. Vale ressaltar novamente que é muito raro que um hemangioma se transforme em um tumor maligno.
Por último, quanto ao tratamento, quem deve orientar você é o médico dermatologista devidamente certificado.
Rafaela Salvato Dermatologia, Clínica de dermatologia em Florianópolis SC. Hemangiomas

Quelóide


Na literatura e no cinema encontramos personagens dos mais variados tipos. Existem, claro, os mais comuns, como os heróis, os vilões, as mocinhas, os gênios, os brutos, os elegantes, os descolados, etc. Mas as personagens que mais ficam marcadas na nossa memória são aquelas que fogem dos padrões. E isso pode acontecer em diversas áreas. Como se esquecer, por exemplo, de um homem que suporta tiros e possui visão raio-X, como o super-homem? Ou, ainda, quem poderia se esquecer do mafioso que anda sempre com terno impecável? São muitos os exemplos.

O fato é que pequenos detalhes são suficientes para marcar nossa memória. Por isso é que – atualmente – percebe-se na área da estética uma busca para apagar cicatrizes. Sim, porque no cinema as cicatrizes até possuem um charme, sendo usadas para comprovar as dificuldades que um herói passou, por exemplo.

Mas na vida real, ninguém quer ser lembrado por uma cicatriz, principalmente quando ela é grande, em uma cor nada discreta e – ainda – em um local muito visível. Pesquisas feitas por uma instituição de ensino superior do Canadá indicaram que de cada 10 pessoas que possuem uma cicatriz, seis gostariam de fazer algum procedimento para retirá-la ou amenizá-la e 2 confessaram já ter sofrido problemas de auto-estima devido à presença da cicatriz.

Um dos piores tipos de cicatrizes são as quelóides. O nome pode não parecer familiar, mas com certeza você já viu uma cicatriz do tipo quelóide. Elas não são branquinhas e discretas, como a cicatriz que muitas pessoas carregam no braço em função da vacina que tomaram quando eram bebês. As quelóides são grandes e largas, de cores diferentes da pele, podendo ser muito rosadas ou até mesmo escuras.

Elas não oferecem risco à saúde, mas afetam, conforme já dissemos acima, a estética. Os quelóides são formadas por um processo incomum de cicatrização, que pode ocorrer depois de algum acidente ou – principalmente em cirurgias. Cientistas estudam que pessoas que costumam formar muita cicatriz desse tipo normalmente possuem uma predisposição genética. Outros estudos mostraram também que negros são mais acometidos por quelóides.

Quanto às regiões, fique atento: os quelóides atingem principalmente o rosto (quando ocorrem casos de má cicatrização decorrente da acne ou de piercings), ombros e orelhas. É importante, para que um ferimento não chegue ao estágio de quelóide, perceber o que acontece antes. Se o ferimento coçar muito e ficar vermelho, atenção. Consulte um médico dermatologista e ele irá recomendar a você uma pomada cicatrizante correta. Durante o período de recuperação de uma quelóide é muito importante que você evite ao máximo o sol. Proteja a área afetada com peças de roupa e – sempre – protetor solar.

Não retire as casquinhas que se formaram no ferimento. Para evitar que isso aconteça acidentalmente, proteja o ferimento com uma gaze que permita que o machucado respire.

Rafaela Salvato Dermatologia, Clínica de Dermatologia em Florianópolis SC. Quelóide

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Dra. Rafaela Salvato

Dermatologista em Florianópolis

Filiada ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina CREMESC sob n° 14.282, ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo CREMESP sob o n° 133.312 e registro de especialista (RQE) sob n° 10.934.

Especialização em Laser e procedimentos estéticos pela Harvard Medical School, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos da América, sob supervisão do Prof. Dr. Richard Rox Anderson...

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