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Toxina Botulínica: Vale a Pena Fazer?

botox florianopolis

A toxina botulínica tipo A comercializada é produzida laboratorialmente pela bactéria Clostridium botulinum e tem a capacidade de paralisar a musculatura onde é aplicada. Segundo estudos, é o procedimento estético mais realizado em consultórios no mundo. Na dermatologia, ela é utilizada principalmente com o intuito de diminuir a tensão na pele, suavizando rugas e linhas de expressão. Outros usos incluem o tratamento da hiperidrose (suor em excesso), o tratamento do sorriso gengival, dentre outros.
A primeira marca a comercializá-la para uso estético foi o Botox®, por isso é popularmente conhecida por esse nome, mas outras marcas também foram aprovadas pela ANVISA, como Dysport®, Prosigne® e Xeomin®. É importante saber se a toxina utilizada está liberada para tratamento, pois cada vez mais observa-se o uso de produtos similares que não se adequam às especificações de segurança e podem oferecer riscos de saúde à população.
Os locais de maior aplicação da toxina são nas rugas da testa, no espaço entre as sobrancelhas (glabela) e nos chamados pés de galinha (ao redor dos olhos). Quando se compara os resultados da toxina botulínica com os melhores cremes anti-rugas, entende-se porque o procedimento é tão popular e aclamado pelas brasileiras. No entanto, vale ressaltar: o procedimento deve ser avaliado e realizado apenas por um profissional habilitado, um médico dermatologista ou cirurgião plástico.
Quando injetamos a toxina nas linhas de expressão, ela bloqueia a transmissão de estímulos que partem dos neurônios para tais músculos e impede a contração muscular. Em outras palavras, você não franzirá mais a testa, por exemplo, quando estiver conversando e isso evitará não apenas a formação de linhas ali naquele local, mas de novas linhas também (efeito preventivo).
botox florianopolis

Não existe uma idade mínima pré-estabelecida para o início da aplicação. No entanto, seu uso é indicado para adultos e a primeira aplicação é recomendada quando as linhas de expressão começam a incomodar.
Ela é injetada por meio de uma agulha fina e a dor é geralmente bem suportada. Contudo, para pessoas com sensibilidade maior, pode ser indicada a aplicação de cremes anestésicos antes do procedimento.
Os cuidados após o procedimento incluem não se deitar por um período de 4 horas após a aplicação e evitar exercícios físicos por um período de 24 horas. Pequenos hematomas podem se formar após as injeções, mas em geral regridem em poucos dias e podem ser camuflados com maquiagem.
A contraindicação é para mulheres grávidas e que estão amamentando, portadores de doenças neuromusculares, coagulopatias graves, algumas doenças imunológicas e alergias ao produto. Os resultados podem ser contemplados entre o segundo e o quinto dia após a aplicação, com efeito máximo em torno de 15 dias. Os resultados duram de 4 a 6 meses, quando poderá ser feita nova aplicação.
Embora seja um tratamento relativamente seguro, deve-se respeitar o prazo mínimo entre as aplicações e sempre procurar um profissional habilitado e qualificado, ressaltando que o uso excessivo pode acarretar na perda exagerada da expressão ou na assimetria temporária do local afetado.
Dra. Rafaela SalvatoDermatologista em Florianópolis – Botox Florianópolis

Controle a caspa nas estações mais frias!


Um dos problemas de pele (sim, de pele) recorrentes nas estações mais frias, é a CASPA, esteticamente desconfortável e incomodo, também pode aparecer durante todo o ano. Porém, a diferença entre as baixas temperaturas do inverno e as altas temperaturas do chuveiro intensificam esse problema que incomoda entre 15 e 20% da população. Saiba mais e veja as dicas para controlar a caspa!


A dermatite seborreica, é uma inflamação responsável por produzir descamação da pele, normalmente na região do couro cabeludo, mas que pode também ocorrer na face, sobrancelha, nariz, orelha, peito, costas e virilha. A caspa é intensificada nessas estações devido aos banhos quentes e longos, que aceleram a descamação natural da pele, dificultando o controle da dermatite. Além da típica descamação que gruda nas roupas e nos cabelos, a caspa pode provocar vermelhidão, coceira e ardência. Embora a inflamação tenha fundo genético, fatores emocionais, como o estresse, também podem provocar ou intensificar o problema.

Alguns hábitos adotados no outono e inverno contribuem para o maior aparecimento da caspa. São eles:

– Lavar os cabelos com menor frequência: isso pode colaborar para o acúmulo de sebo no couro cabeludo, além da menor eliminação das células mortas ou resíduos.
– Lavar os cabelos em água muito quente: vai ocasionar o ressecamento do couro cabeludo, o que estimula as glândulas sebáceas a produzirem mais sebo. O surgimento de oleosidade, por sua vez, pode contribuir para o desenvolvimento de um tipo de fungo, o Malassezia Furfur, que piora o quadro.
– Mudanças bruscas de temperatura: climas pouco úmidos favorecem o ressecamento e a descamação da pele, por isso o aumento da caspa. Entretanto, nos dias mais frios o cabelo demora mais para secar. Os fios molhados por tempo prolongado associados ao uso de chapéu e gorro para se proteger do vento frio, fazem com que o couro cabeludo fique úmido e abafado, ambiente favorável ao desenvolvimento de bactérias e fungos.
– Estresse: ele está intimamente ligado às crises, uma vez que os hormônios do estresse atuam diretamente sobre a glândula sebácea, levando a uma maior produção de sebo.
Alivie a caspa durante o inverno com estas dicas:
1. Lave os cabelos diariamente com xampu anticaspa (indicado por seu dermatologista): isso vai ajudar a remover todos os resíduos que vão se acumulando, além de evitar a oleosidade excessiva;
2. Diminua a temperatura do secador e a frequência de uso deste aparelho e de chapinhas;
3. Evite dormir com cabelos molhados e evitar abafar o couro cabeludo.
 
Se persistirem os sintomas, agende sua consulta!
Dra. Rafaela Salvato – Dermatologista

A experiência de passar um mês sem tirar a maquiagem!

A repórter Anna Pursglove, do jornal Daily Mail, conta sua experiência de passar um mês sem tirar a maquiagem. “Você sempre tira sua maquiagem antes de ir para cama? Toda noite? Mesmo depois de um ou muitos copos de vinho? Ou quando você pega no sono no sofá? Ou simplesmente não pôde juntar energia?” É assim que a repórter inicia sua matéria.
Após divulgar uma pesquisa em que um terço das mulheres confessava dormir de maquiagem ao menos duas vezes por semana, a jornalista resolveu fazer o teste! Durante 30 dias, sem usar demaquilante , apenas lavando o rosto no chuveiro.


Aos poucos, a presença constante dos produtos de maquiagem começou agir negativamente na pele. Ciscos nos olhos e pele seca foram os primeiros efeitos a aparecer! No décimo dia, Anna já acordava sem conseguir abrir bem os olhos. “Conforme as semanas avançavam, meus lábios ficavam secos e minha pele rachava dolorosamente nos cantos da minha boca. Com o fim do mês próximo, me senti realmente suja e farta”, relata.
Depois do fim do experimento, a repórter foi se consultar com um médico dermatologista. Sua pele estava irritada e com reações alérgicas, e seus poros estavam mais largos. Em resumo, a pele envelheceu cerca de 10 anos. Segundo o médico ouvido pela repórter, seu caso é reversível, no entanto, passar muito tempo usando maquiagem pode trazer efeitos permanentes à pele.
Veja a matéria completa aqui
Rafaela Salvato Dermatologia, Dermatologista em Florianópolis.

Manchas na pele durante a gestação

Muitas pacientes procuram o consultório à procura de tratamento e esclarecimento sobre um problema comum entre as gestantes: as manchas escuras na pele!

Durante toda a gravidez, porém mais evidente no terceiro trimestre, muitas mulheres começam a notar o aparecimento desse tipo de mancha, também chamada de melasma ou cloasma. De aspecto escuro e amarronzado, as manchas aparecem com mais frequência no rosto, mas podem atingir também colo, braços, etc. Além do melasma, outras alterações da pigmentação da pele ficam mais evidentes na gravidez, como o escurecimento dos mamilos, o surgimento da linha escura na barriga (conhecida como linha negra) e também o escurecimento de sardas ou pintas. Essas alterações pigmentares podem ocorrer em 75 a 90% das gestantes, de forma e localizações variáveis. Vale ressaltar ainda que as manchas podem aparecer até cerca de três meses após o parto. Entenda mais sobre as causas e tratamentos:
PORQUE SURGEM AS MANCHAS?
Um dos fatores determinantes para o surgimento de manchas nesse período tem relação com a produção hormonal. Os estrógenos e progestágenos estimulam a melanogênese, que é a formação da melanina, o pigmento natural da pele. Quando a pigmentação está restrita à epiderme, que é a camada mais superficial da pele, fica mais fácil eliminar as manchas da gravidez. Contudo, se a pigmentação tiver maior concentração na derme, ou seja, estiver mais profunda, haverá maior dificuldade para corrigir o problema. Para saber qual a profundidade do pigmento, o dermatologista pode utilizar lupas e luzes especiais no consultório para auxiliar o exame físico. As mulheres com peles morenas têm mais chances de ter as manchas, visto que quanto maior for o fototipo, maior será a chance de hiperpigmentação.

COMO PREVENIR?
A melhor maneira de prevenir manchas na pele durante a gravidez é utilizar protetor solar, bonés ou chapéus sempre que houver exposição aos raios UVA e UVB. A exposição correta ao sol faz bem durante a gestação, mas com atenção ao horário correto: até as 10h e após as 16h. Lembre-se que cada mulher tem uma pele específica e a melhor pessoa para definir qual é o protetor solar adequado é o médico dermatologista. Nem todos os protetores solares são indicados para gestantes, por isso é melhor procurar a ajuda de um especialista.


TRATAMENTOS

O tratamento depende do grau de acentuação das manchas. Peelings, sessões de laser e cremes clareadores são aliados no combate às manchas, mas muitos não são liberados para uso em gestantes ou durante o período de amamentação. Isso não significa que não há nada a fazer se as manchas apareceram e você está grávida ainda. Consulte o seu dermatologista que ele irá indicar loções clareadoras seguras para gestantes.

Contudo, o mais importante é que seu bebê tenha saúde e que a gravidez ocorra de forma tranquila. Com responsabilidade e segurança, é possível passar pela gravidez sentindo-se feliz e realizada, sem deixar que as manchas atrapalhem!

Dra.Rafaela Salvato

Olheiras: causas e tratamentos

As olheiras são manchas escuras que aparecem nas pálpebras inferiores, em consequência de enfermidade, insônia, ou cansaço físico e mental. Mas você sabia que há outras causas para as olheiras? Veja também os tratamentos indicados e dicas para evitá-las!
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Uma das causas mais frequentes é a que envolve a VASCULARIZAÇÃO. Algumas pessoas, por questões genéticas, têm maior número de vasos sanguíneos sob a pálpebra inferior.
Como a pele da pálpebra é mais fina, consegue-se enxergar esses vasos por transparência.
Quando existe essa causa, ela geralmente tem um tom arroxeado. Outros fatores de vascularização podem ocorrer com a ingestão de bebida alcoólica e, nas mulheres, na época da  TPM e da menstruação. Qualquer estímulo que cause dilatação dos vasos acaba aumentando as olheiras.
Por causas genéticas, algumas pessoas acumulam melanina na pálpebra inferior, sendo essa, outra causa de surgimento das olheiras, a PIGMENTAÇÃO. A idade e a exposição ao sol também aumentam a quantidade de melanina de toda a pele, inclusive dessa região, acentuando as olheiras.
Estes são os principais fatores, porém, há outras causas como: a espessura da pele da pálpebra inferior, hereditariedade, excesso de sol, alergias e até mesmo a configuração óssea do rosto.
Quem pode avaliar com precisão as causas para o seu caso específico é o seu médico Dermatologista!!
olheiras dermatologista florianópolis
Mas, como tratar as olheiras? Confira alguns dos métodos e tratamentos mais eficazes:
Uma forma simples e que não envolve tratamento direto sobre as olheiras, mas que pode amenizar o problema, são as compressas geladas com chá de camomila ou chá verde. Cremes com derivados da camomila, como o alfa-bisabolol ou o azuleno, são úteis. O efeito, porém, é temporário.
Os tratamentos em consultório oferecem ao paciente o clareamento das olheiras com mais eficácia! Um dos tratamentos, com Luz pulsada ou laseres de ação para pigmento, suavizam as olheiras que surgem por acúmulo de pigmento.
A luz pulsada também reduz os vasos da região, proporcionando um aspecto mais claro á pele. Outro método é feito com a aplicação de Laser com ação vascular. Esse tratamento atua nos vasos que causam a olheira, e é eficaz caso o principal motivo do problema seja vascular.
Evitar exposição solar sem o uso de filtro solar e pedir ao seu Dermatologista opções de uso de cremes específicos para esse problema, também são importantes.

Assim, você fica livre do aspecto cansado e da necessidade de maquiagem em excesso.

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Cuidados importantes: como remover corretamente a maquiagem

Estamos em clima de festa, de carnaval e de folia. E muita gente aproveita esses dias para caprichar na maquiagem e na caracterização. Normalmente, as maquiagens carnavalescas usam produtos um pouco mais pesados que a maquiagem de todo dia. Alguns cuidados podem ajudar na remoção correta dos resíduos deixados por esses produtos garantindo uma pele saudável por mais tempo.

O primeiro cuidado é antes de começar a maquiagem: Lave bem o rosto com sabonete específico para o seu tipo de pele, use seu hidratante de costume e espere secar. Só então comece a se maquiar.

Mesmo chegando em casa tarde e cansada, não deixe para remover a maquiagem no dia seguinte. Dormir maquiada causa danos à pele, entope os poros e o rímel pode causar a quebra dos cílios.

Comece removendo a maquiagem com demaquilante e algodão sem esfregar para não irritar a pele. Esse primeiro processo vai retirar todo o excesso de produtos. 
Depois, com um demaquilante específico, retire a maquiagem dos olhos delicadamente. Uma boa dica para retirar maquiagem à prova d’agua é usar óleo de amêndoas. Esfreque um pouquinho de óleo na região e depois retire com um algodão.
Após esse processo, lave o rosto com seu sabonete, aplique um tônico e hidrate bem!!

E, um Ótimo Carnaval!!
Dra. Rafaela Salvato, Dermatologista. 

A diferença entre Filtro Químico e Filtro Físico

Para quem pensa que os filtros solares são todos iguais, engana-se! De alguns verões para cá, a tecnologia nos laboratórios evoluiu muito e uma nova geração de protetores solares está disponível.
Um exemplo do avanço tecnológico é o aumento da presença dos filtros solares físicos. Por muito tempo esquecidos, os filtros físicos costumam levar como ativo óxido de zinco ou de ferro e funcionam de forma diferente dos químicos. Normalmente, os filtros químicos agem criando uma reação química na pele, já os físicos, ao invés disso, formam uma barreira capaz de refletir a radiação UVA e UVB.

A ausência de penetração na pele faz com que o filtro físico seja recomendado principalmente para grávidas, crianças, peles sensíveis e pessoas que se submeteram recentemente a procedimentos estéticos, como o uso de laser. Devido à sua alta aderência, ele deixa a pele “esbranquiçada” e por algum tempo não tinha o mesmo apelo comercial dos filtros químicos.  No entanto, com a evolução da indústria cosmética, os novos filtros físicos tornaram-se mais translúcidos. Além disso, outra saída foi colorir o filtro, que agora pode ser usado como base de maquiagem e conta com a adição de óxido de ferro, o que dá a ele um tom róseo. A base usada pela maquiagem nada mais é do que um filtro físico também, porém que apresenta a vantagem de proteção contra a luz visível. A luz visível é representada pelas lâmpadas brancas ou amarelas, luzes de monitores de computadores, etc.

Outra questão é a dificuldade de encontrar e identificar os filtros físicos no mercado. Enquanto em países como Estados Unidos e Japão a oferta é ampla, no Brasil os protetores completamente inorgânicos ainda são exceção. 

Mas, não se assuste, existem filtros químicos, mesmo para crianças, que são muito bons! O correto é procurar um especialista na hora de escolher o filtro ideal. Também é importante lembrar que, mesmo usando a proteção adequada, a pessoa continua correndo risco se pegar sol em horário de alta radiação.

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Dra. Rafaela Salvato, Dermatologista.

OS CINCO TIPOS DE PELE

Você sabe qual o seu tipo de pele? Saber disso é fundamental para conseguir tomar a decião acertada ao escolher os cuidados de acordo com as necessidades da sua pele. As características da pele são determinadas geneticamente. No entanto, a beleza e saúde da sua pele durante a vida vão depender também de outros fatores. O que você come, a sua dieta, seu nível de stress, os medicamentos que toma, a forma como você cuida do seu corpo em geral e o descanso, são alguns dos fatores que contribuem com o aspecto que ela vai ter. Há várias dicas para ter uma pele bonita que você pode seguir, mas o primeiro passo é identificar o seu tipo de pele, assim os tratamentos são mais corretos e específicos.
Tipos de pele
A maior parte dos especialistas distinguem 5 tipos de pele: A pele normal, a pele oleosa, a pele mista, a pele sensível e a pele seca. Cada tipo de pele tem as suas características particulares que requerem cuidados diferentes.


Pele Normal > A pele normal tem uma textura fina e uma superfície suave, macia e flexível. De todos os tipos de pele este é sem dúvida o mais equilibrado e o que apresenta menor tendência para problemas cutâneos, como espinhas e manchas. Não é nem demasiado seca nem demasiado gordurosa. Os poros são bem pequenos e pouco perceptíveis. Este é um tipo de pele vibrante e que reflete saúde.
Pele Oleosa > Este é um tipo de pele que produz uma maior quantidade de óleo, isto é, as glândulas sebáceas devido a vários fatores (principalmente o fator genético e o fator hormonal) têm maior atividade do que nas pessoas com pele seca, normal ou mista, o que leva a uma maior quantidade de secreção de sebo. A pele oleosa apresenta poros dilatados, bem maiores do que os outros tipos de pele e também mais escuros, devido ao excesso de sebo que produzem e aos resíduos que vão se acumulando – um dos maiores problemas deste tipo de pele. É um tipo de pele marcado pelo aspecto gorduroso e brilhante que se vê em muitas pessoas. Tem também maior tendência para o desenvolvimento de cravos e espinhas. A vantagem deste tipo de pele? Rugas menos perceptíveis e aspecto mais jovial em relação à pele seca.
Pele Seca > De todos os tipos de pele, a pele seca será a que requer mais cuidados devido à sua tendência para envelhecer mais rapidamente e desenvolver problemas cutâneos mais graves. É um tipo de pele com maior tendência para descamar, ter menos elasticidade bem como desenvolver rugas e linhas de expressão do que os outros tipos de pele.
Pele Mista > Este é provavelmente um dos tipos de pele mais comuns e, como o próprio nome sugere, é uma combinação de pele seca com pele oleosa. Algumas regiões são oleosas (principalmente na zona T – queixo, nariz e testa) onde os poros são naturalmente mais dilatados e também outras áreas em que esta pode ser normal ou seca (área ao redor dos olhos, boca e bochechas). Se você sente a sua pele esquisita como se estivesse a ser esticada em algumas áreas e com excesso de óleo em outras regiões, então você provavelmente tem pele mista.
Pele Sensível > A pele sensível é um dos tipos de pele mais frágeis e se torna irritada e inflamada muito facilmente. É normal haver zonas que desenvolvam vermelhidão, coceira, manchas, ardor e uma maior tendência para descamar. Apresenta uma textura fina, delicada e bastante sensível ao uso de cosméticos, bem como às alterações do clima. A pele sensível é talvez um dos tipos de pele mais problemáticos e como tal exige cuidados especiais.
A sugestão mais correta para identificar o tipo da sua pele é com a procura de um dermatologista, que poderá lhe dar essa informação e ainda indicar os melhores tratamentos e cosméticos para seu tipo específico. Cuide bem da sua pele!
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Dra. Rafaela Salvato, Dermatologista.
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Dra. Rafaela Salvato

Dermatologista em Florianópolis

Filiada ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina CREMESC sob n° 14.282, ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo CREMESP sob o n° 133.312 e registro de especialista (RQE) sob n° 10.934.

Especialização em Laser e procedimentos estéticos pela Harvard Medical School, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos da América, sob supervisão do Prof. Dr. Richard Rox Anderson...

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