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Sutura Silhouette – Lifting sem cirurgia

Sutura Silhouette® – Conheça a nova técnica para efeito lifting sem cirurgia.


O que é ?

A Sutura Silhouette é um fio de ácido poliláctico com cones acoplados que promovem uma sustentação do tecido onde são colocados. Por serem de material absorvível, não apresentam os mesmos riscos dos fios anteriores (fio russo, fio de ouro, etc), que podiam migrar e ainda causar complicações como formações de granulomas de corpo estranho. Além do efeito de tensão e melhora da flacidez, os cones também estimulam a regeneração do colágeno, melhorando o aspecto final da pele, promovendo um benefício duplo.

Como funciona a Sutura Silhouette?

Os fios de sutura absorvíveis são aplicados por meio de duas agulhas no local desejado para o efeito lifting. Previamente é realizada anestesia local apenas nos pontos de entrada e saída da agulha. É um procedimento realizado em sala de procedimento adequada, sem necessidade de cortes cirúrgicos nem presença de um anestesista. Em geral, para a colocação de 2 fios, são necessários 30 minutos de procedimento. Ao final, o paciente pode voltar às suas atividades habituais. Os fios apresentam uma duração em torno de 18 a 24 meses. Depois disso, a técnica pode ser aplicada novamente conforme a necessidade do paciente.


Quais os locais mais comuns de aplicação dos fios?

O local mais comum de aplicação é na porção inferior do rosto, para corrigir a flacidez mandibular. Queixa comum nos consultórios dermatológicos, muitas pacientes buscavam procedimentos anteriores que pudessem corrigir esse problema antes de terem que se submeter a um lifting cirúrgico, mas as opções de equipamentos a laser ou de radiofrequência disponíveis no mercado proporcionavam efeitos pouco duradouros ou muito limitados.
Outros locais que podem receber a aplicação dos fios são: maxilares, sobre as sobrancelhas para um efeito de lifting nas pálpebras superiores, pescoço, dentre outras. O uso corporal ainda não é muito difundido, mas algumas técnicas para proporcionar um lifting da região umbilical já foram desenvolvidas.

Quem pode utilizar a técnica?
A Sutura Silhouette é um procedimento desenvolvido para uso em adultos. É especialmente recomendado para mulheres ou homens que sentem-se incomodados com o excesso de pele decorrente do processo de envelhecimento cutâneo, também chamado de flacidez. É indicado para pessoas com flacidez inicial ou ainda que não queiram se submeter a um lifting cirúrgico. Os fios não substituem a cirurgia reparadora quando o excesso de pele for muito grande, mas oferecem uma opção a quem não quer ou não pode passar por um procedimento mais invasivo e que necessita de cuidados maiores no pós-operatório.
É adequado a todos os tipos de pele, mas contraindicado quando a pessoa possuir alergia a algum componente do fio.

Quais os cuidados após o procedimento?
Após o procedimento com a sutura, o local manipulado pode apresentar leve inchaço ou edema, pequeno hematoma local e eritema ou vermelhidão, que desaparecem em poucos dias e que podem ser cobertos com maquiagem. A pele, exceto pelos pontos de entrada e saída dos fios, não é lesionada, pois a aplicação é interna, no subcutâneo. Pequenas dobras de pele podem ocorrer pelo efeito lifting imediato da técnica, mas que também se acomodam ao longo de poucos dias.
Durante a semana após o procedimento não é indicado realizar esportes com contato físico nem realizar cirurgias dentárias ou tratamentos faciais.
Resumindo, os fios de sutura absorvíveis, também conhecidos com Sutura Silhouette apresentam-se como uma nova opção para o tratamento da flacidez cutânea principalmente da face. É um procedimento rápido e com resultados duradouros, porém absorvíveis, por isso considerados mais seguros. Não substituem o lifting cirúrgico, mas promovem um resultado imediatamente após o procedimento e oferecem uma opção a mais a quem não quer se submeter a uma cirurgia. Sutura Silhouette.

PELE NEGRA: Cuidados e Características

Vencedora do Oscar e eleita a mulher mais bonita do ano, Lupita Nyong’o.
Por mais que muitos pensem que a pele negra é mais resistente e que não precise de cuidados, estão enganados! Na verdade, em partes isso é verdade, já que a melanina, responsável pela pigmentação, funciona como um protetor solar natural e, por isso, diminui a propensão aos tumores cutâneos e minimiza o fotoenvelhecimento. A pele negra também possui mais firmeza e elasticidade em comparação com a branca, porque os fibroblastos, elementos responsáveis pela produção de colágeno, são em geral mais ativos.
 
No entanto, nem tudo são flores… Pessoas com a pele negra apresentam uma maior propensão a problemas como manchas, oleosidade excessiva, acne, foliculite, quelóides, etc. Isso prova que ela também necessita de cuidados e que muitos mitos precisam ser derrubados neste sentido. Confira os cuidados específicos para esse tipo de pele!
Proteção solar para a pele negra
Sim, a proteção solar é indispensável!  A exposição solar sem a devida proteção aumenta o risco de câncer de pele. Para as peles negras, a recomendação é de, no mínimo, um fator de proteção solar 15, que protege contra a degeneração do DNA das células e previne contra o fotoenvelhecimento. Seu uso deve ser diário, com um filtro solar adequado para o tipo de pele (oleosa, seca, sensível, etc).

Envelhecimento e oleosidade na pele negra
Alguns estudos detectaram que a pele negra possui uma camada superficial mais compacta e também com uma maior concentração de lipídios (gorduras). Isso faz com que morenos e negros apresentem excesso de oleosidade, aumentando as chances de acne. Além das espinhas, as manchas decorrentes desse problema,  se tornam bem escuras devido à maior facilidade de pigmentação. Para evitar, é necessário higienizar o rosto duas vezes ao dia, com sabonete específico indicado pelo seu especialista. Caso o problema da acne já esteja instalado, é preciso tratar com cremes, ácidos e às vezes comprimidos para resolver o problema da melhor maneira possível.
Foliculite e manchas na pele negra
Por ser uma pele mais oleosa e pela presença de pêlos encaracolados, o surgimento de pêlos encravados é comum. A foliculite, inflamação que pode até confundir-se com uma espinha, surge com frequência. Para evitar o problema e as manchas que podem surgir em decorrência dela, a esfoliação semanal com movimentos circulares delicados é uma boa opção.
A pele negra também é mais propensa a apresentar manchas, causadas principalmente por acne, queimaduras, procedimentos cirúrgicos ou estéticos. Por isso, é preciso ter cuidado na hora dos tratamentos, que devem ser feitos com agentes menos agressivos, evitando que haja reação da melanina, produzindo ainda mais manchas. Procedimentos estéticos a laser podem sim ser utilizados em pacientes com pele negra, mas precisam ser devidamente ajustados e manejados por profissionais treinados para que não queimem ou danifiquem a pele.

Hidratação para a pele negra
A epiderme na pele negra é mais espessa e mais resistente a agressões externas. Porém, essa proteção natural impede que a pele absorva bem os ativos dos hidratantes. Com isso, é comum que resseque e apresente manchas esbranquiçadas. Reforço na hidratação diária, especialmente nas regiões mais ressecadas e evitar banhos longos e excessivamente quentes, são indicações a se seguir.

Ótimo Final de Semana
Dra.Rafaela Salvato

A experiência de passar um mês sem tirar a maquiagem!

A repórter Anna Pursglove, do jornal Daily Mail, conta sua experiência de passar um mês sem tirar a maquiagem. “Você sempre tira sua maquiagem antes de ir para cama? Toda noite? Mesmo depois de um ou muitos copos de vinho? Ou quando você pega no sono no sofá? Ou simplesmente não pôde juntar energia?” É assim que a repórter inicia sua matéria.
Após divulgar uma pesquisa em que um terço das mulheres confessava dormir de maquiagem ao menos duas vezes por semana, a jornalista resolveu fazer o teste! Durante 30 dias, sem usar demaquilante , apenas lavando o rosto no chuveiro.


Aos poucos, a presença constante dos produtos de maquiagem começou agir negativamente na pele. Ciscos nos olhos e pele seca foram os primeiros efeitos a aparecer! No décimo dia, Anna já acordava sem conseguir abrir bem os olhos. “Conforme as semanas avançavam, meus lábios ficavam secos e minha pele rachava dolorosamente nos cantos da minha boca. Com o fim do mês próximo, me senti realmente suja e farta”, relata.
Depois do fim do experimento, a repórter foi se consultar com um médico dermatologista. Sua pele estava irritada e com reações alérgicas, e seus poros estavam mais largos. Em resumo, a pele envelheceu cerca de 10 anos. Segundo o médico ouvido pela repórter, seu caso é reversível, no entanto, passar muito tempo usando maquiagem pode trazer efeitos permanentes à pele.
Veja a matéria completa aqui
Rafaela Salvato Dermatologia, Dermatologista em Florianópolis.

10.000 curtidas Facebook – Rafaela Salvato Dermatologia

Hoje, um agradecimento de coração as mais de 10.000 pessoas que acompanham o trabalho da Dermatologista Rafaela Salvato no Facebook, curtem nossas publicações e nos motivam a cada vez trazer mais informação e bem estar para vocês!! Obrigadoo!! Equipe Rafaela Salvato Dermatologia.

Olheiras: causas e tratamentos

Após o Carnaval, e depois de festas prolongadas e noites sem dormir, elas sempre aparecem deixando as pessoas com um aspecto cansado! As olheiras são manchas escuras que aparecem nas pálpebras inferiores, em consequência de enfermidade, insônia, ou cansaço físico e mental. Mas você sabia que há outras causas para as olheiras? Veja também os tratamentos indicados e dicas para evitá-las!
olheiras dermatologista em florianópolis
Uma das causas mais frequentes é a que envolve a VASCULARIZAÇÃO. Algumas pessoas, por questões genéticas, têm maior número de vasos sanguíneos sob a pálpebra inferior. Como a pele da pálpebra é mais fina, consegue-se enxergar esses vasos por transparência. Quando existe essa causa, ela geralmente tem um tom arroxeado. Outros fatores de vascularização podem ocorrer com a ingestão de bebida alcoólica e, nas mulheres, na época da  TPM e da menstruação. Qualquer estímulo que cause dilatação dos vasos acaba aumentando as olheiras.
Por causas genéticas, algumas pessoas acumulam melanina na pálpebra inferior, sendo essa, outra causa de surgimento das olheiras, a PIGMENTAÇÃO. A idade e a exposição ao sol também aumentam a quantidade de melanina de toda a pele, inclusive dessa região, acentuando as olheiras.
Estes são os principais fatores, porém, há outras causas como: a espessura da pele da pálpebra inferior, hereditariedade, excesso de sol, alergias e até mesmo a configuração óssea do rosto. Quem pode avaliar com precisão as causas para o seu caso específico é o seu médico Dermatologista!!
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Mas, como tratar as olheiras? Confira alguns dos métodos e tratamentos mais eficazes:
Uma forma simples e que não envolve tratamento direto sobre as olheiras, mas que pode amenizar o problema, são as compressas geladas com chá de camomila ou chá verde. Cremes com derivados da camomila, como o alfa-bisabolol ou o azuleno, são úteis. O efeito, porém, é temporário.
Os tratamentos em consultório oferecem ao paciente o clareamento das olheiras com mais eficácia! Um dos tratamentos, com Luz pulsada ou laseres de ação para pigmento, suavizam as olheiras que surgem por acúmulo de pigmento. A luz pulsada também reduz os vasos da região, proporcionando um aspecto mais claro á pele. Outro método é feito com a aplicação de Laser com ação vascular. Esse tratamento atua nos vasos que causam a olheira, e é eficaz caso o principal motivo do problema seja vascular.
Evitar exposição solar sem o uso de filtro solar e pedir ao seu Dermatologista opções de uso de cremes específicos para esse problema, também são importantes.
Assim, você fica livre do aspecto cansado e da necessidade de maquiagem em excesso.

Ótimo Final de Semana.

Depilação no Verão | Matéria G1 com a Dra.Rafaela Salvato

Hoje, 21/02/14, a Dermatologista Rafaela Salvato, é destaque no portal de notícias da Globo.com (G1), em matéria da jornalista Luíza Fregapani, sobre cuidados para se evitar manchas após a depilação.

Sem título
Confira a matéria completa aqui
Ótimo Final de Semana!
Equipe Rafaela Salvato Dermatologia.

Micoses

Com a chegada do verão, um dos problemas mais comuns de pele são as micoses. Calor e umidade formam um ambiente ideal para a proliferação de fungos, microorganismos que podem se alojar na pele, nos cabelos e nas unhas, causando infecções incômodas e resistentes. Saiba mais sobre essa doença e como proteger-se dela!

As micoses são doenças causadas por diferentes tipos de fungos e que podem ser contagiosas ou não. São infecções incômodas e resistentes e podem ser confundidas com outras dermatoses, como alergias e até hanseníase. Os fungos desenvolvem-se quando encontram um ambiente propício ao seu desenvolvimento, como umidade, calor e baixa imunidade. Além de causarem desconforto e alterações estéticas, podem propiciar o aparecimento de outras infecções, como as causadas por bactérias. Coceira, inflamação e descamação são sintomas comuns da doença na pele. Já quando atingem as unhas, podem causar deformação, descolamento, mudança na coloração da lâmina, etc.
Conheça um pouco das micoses mais comuns e possíveis tratamentos:


A)  Pitiríase versicolor: comumente chamada de “pano branco”, é causada por fungos normalmente encontrados em nossa pele, principalmente a Malassezia spp. É comum o seu surgimento no verão e pode manifestar-se com manchas de colorações acastanhadas ou esbranquiçadas, com leve descamação, geralmente no dorso, colo, braços e ombros. O tratamento pode ser apenas com cremes ou loções tópicas ou necessitar de comprimidos orais.


B)  Tinha interdigitale ou “frieira” ou “pé de atleta”: maceração comum ao redor dos dedos dos pés, provocada geralmente pelo uso de sapatos fechados, suor excessivo ou doenças como o diabetes. Cuidados com cremes ou comprimidos podem ser necessários, assim como cuidar dos fatores que auxiliam o desenvolvimento do fungo. Se não for tratada adequadamente, pode ficar bastante incômoda e dolorosa. O desconforto chega a interferir no andar, causando problemas ortopédicos. Os diabéticos, devem ter um cuidado especial, pois são particularmente suscetíveis a ferimentos e infecções mais graves.


C)  Onicomicose: nome genérico para as infecções fúngicas das unhas. De acordo com o grau de acometimento, pode ser um tratamento difícil e prolongado. Os tratamentos disponíveis são esmaltes, loções, comprimidos orais e mais recentemente o tratamento com laser de Nd:Yag.


Deve-se sempre procurar um dermatologista para avaliar se o quadro clínico é compatível com micose. Em alguns casos, pode ser necessário realizar um exame de raspagem da pele, cabelo ou unha para a visualização do fungo e determinação de qual o melhor tratamento para combatê-lo. Em geral, a automedicação é desastrosa e pode dificultar a cura posteriormente. Alguns tipos de micose são tratados em poucos dias com o uso de cremes antifúngicos. Porém, certos fungos são mais resistentes e necessitam de tratamentos mais prolongados.

Na maioria das micoses superficiais, o fungo é adquirido após contato com o chão de um vestiário contaminado, com toalhas ou roupas de uma pessoa infectada ou por meio de instrumentos de manicure não esterilizados. Por isso, hábitos de higiene diários ajudam a combater a doença.

DICA: As fibras naturais, como o algodão, deixam a pele respirar melhor e não retêm suor. Por isso, são as mais indicadas para roupas íntimas e meias. A mesma preocupação vale para os calçados. Evite os que abafam muito os pés ou os façam transpirar, como os tênis e as sandálias de plástico. O ideal é não usar o mesmo sapato por dois dias seguidos e guardá-lo em local arejado. Para quem gosta de jardinagem, usar sempre luvas para evitar contaminação por fungos existentes no solo.

Um bom início de verão para todos nós!

Imagen via
Rafaela Salvato Dermatologia, Dermatologista em Florianópolis.

Tratamento de Estrias

Um dos problemas que atinge grande parte das mulheres – e homens também – e que requer cuidados e tratamentos especiais. O que são estrias e quais os tratamentos indicados?

As estrias são lesões decorrentes da degeneração das fibras elásticas e de colágeno. Ocorrem pela distensão exagerada da pele ou devido a alterações hormonais. A ruptura das fibras forma lesões lineares, geralmente paralelas, que podem variar de um a vários centímetros de extensão. Surgem principalmente nas coxas, nádegas, abdômen, mamas e dorso. Inicialmente as lesões são avermelhadas ou róseas evoluindo para uma tonalidade esbranquiçada. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras que a pele sadia. Atinge ambos os sexos, porém são mais frequentes no sexo feminino, sendo uma das principais queixas estéticas entre as mulheres no consultório.

É comum o surgimento durante a puberdade, obesidade e gravidez. Na fase da puberdade, os adolescentes apresentam geralmente um crescimento acelerado e é nesta fase que muitas estrias aparecem. Nas meninas, costumam surgir as estrias nas nádegas, coxas e mamas. Nos rapazes, a fase do “estirão” pode causar estrias horizontais no abdômen e dorso. Algumas medicações, como os corticóides, quando utilizados por um período prolongado, podem causar ou piorar estrias já presentes.


Como evitar?

Recomenda-se a hidratação intensa da pele com cremes e loções hidratantes para tentar evitá-las, principalmente em pessoas com histórico familiar de estrias. Deve-se beber pelo menos 8 copos grandes de água por dia (2 litros). O “efeito sanfona”, ou seja, engordar ou emagrecer rapidamente também deve ser evitado. Para isso, adote hábitos de alimentação saudável, eliminando doces e gorduras da dieta e praticando exercícios físicos regularmente.




Tratamento
As estrias são lesões cicatriciais e, portanto, não existe um tratamento que faça com que elas desapareçam completamente. Os tratamentos visam melhorar o aspecto das lesões, estimulando a formação de tecido colágeno subjacente e tornando-as mais semelhantes à pele ao redor. Para isso, várias técnicas podem ser empregadas, entre elas:

  • tratamentos tópicos com ácidos: alguns tipos de ácidos, especialmente o ácido retinóico, estimulam a remodelação de colágeno na derme, melhorando o aspecto das estrias. Pode haver descamação e vermelhidão e a concentração ideal para cada caso deve ser definida pelo dermatologista, de acordo com o tipo de pele.
  • peelings: formulações de uso em consultório que também utilizam ácidos, no entanto, com uma maior concentração, geralmente levando a um melhor resultado.
  • subcisão (subcision): esta técnica consiste na introdução de uma agulha com ponta cortante ao longo da estria, com movimentos de ida e volta. O trauma causado estimula a formação de colágeno no local, que preenche a área onde o tecido estava degenerado. Provoca equimose (mancha roxa), que faz parte do tratamento, pois a reorganização do sangue também dá origem à formação de colágeno.
  • microagulhamento: pequenas agulhas acopladas em um sistema de rolamento são aplicadas ao longo das estrias. As microperfurações estimulam a formação de colágeno com a vantagem de regularizar a superfície da pele, que ganha mais uniformidade, ficando mais semelhante à pele ao redor.
  • luz intensa pulsada: a aplicação do laser provoca o fechamento dos pequenos vasos nas estrias avermelhadas e promove a formação de novo colágeno, com diminuição do tamanho das estrias recentes.
  • laser de CO2 fracionado: laser que promove a evaporação da água e age em camadas mais profundas da pele. As microperfurações provocadas pelo laser, juntamente com o dano térmico, estimulam a reorganização do colágeno e uma melhora na textura de toda a pele afetada.
Os melhores resultados costumam aparecer com a associação de mais de um método e com várias sessões. Para saber qual o melhor tratamento para você, consulte um médico dermatologista. Agende sua consulta para tirar todas as dúvidas e para que haja a avaliação do seu caso especificamente!

Ótimo Final de Semana!

Dra. Rafaela Salvato
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Dra. Rafaela Salvato

Dermatologista em Florianópolis

Filiada ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Santa Catarina CREMESC sob n° 14.282, ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo CREMESP sob o n° 133.312 e registro de especialista (RQE) sob n° 10.934.

Especialização em Laser e procedimentos estéticos pela Harvard Medical School, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos da América, sob supervisão do Prof. Dr. Richard Rox Anderson...

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