Melasma em Florianópolis: guia médico para clarear com segurança e manter a pele estável
Melasma é uma hiperpigmentação crônica que aparece principalmente no rosto (testa, maçãs, buço e queixo) e tende a oscilar conforme sol, calor, hormônios e inflamação. O objetivo realista não é “apagar para sempre”, e sim clarear com segurança, estabilizar o pigmento e reduzir recaídas com um plano por etapas, personalizado e sustentável.
Home: blografaelasalvato.com.br • Contato: Fale com a clínica
Tabela de conteúdo
- Melasma: o que é (e o que não é)
- Por que o melasma aparece e por que ele volta
- Gatilhos invisíveis: UVA, luz visível, calor e inflamação
- Tipos de melasma e como isso muda o tratamento
- Para quem é indicado tratar (e quando adiar)
- Como eu avalio melasma em consulta
- Como funciona o tratamento na Clínica Rafaela Salvato
- Etapa 1: proteção solar “de verdade”
- Etapa 2: rotina dermocosmética inteligente
- Etapa 3: ativos clareadores sob prescrição (quando indicado)
- Etapa 4: procedimentos em consultório (peelings, drug delivery, lasers)
- Etapa 5: manutenção e prevenção de recaídas
- Resultados esperados: prazos, limites e como medir progresso
- Segurança clínica, ANVISA e transparência
- Melasma e Quiet Beauty: pele saudável + natural look, sem agressão
- Perguntas frequentes
- Revisado por médica dermatologista (data)
- Mini currículo: Dra. Rafaela Salvato (CRM e RQE)
Melasma: o que é (e o que não é)
Melasma é uma condição benigna de manchas acastanhadas ou acinzentadas, geralmente simétricas, que afeta principalmente a face. Ele não é “sujeira”, não é falta de higiene e não significa que sua pele está “doente” no sentido de infecção. É, na prática, um desequilíbrio na produção e na distribuição de melanina (pigmento), com participação de fatores como radiação solar, luz visível, calor e influência hormonal.
O melasma também não deve ser confundido com:
- Manchas pós-inflamatórias (aquela marca que fica após acne, queimadura, atrito, depilação ou irritação).
- Lentigos solares (as “manchas do sol” bem delimitadas, mais comuns com o passar dos anos).
- Olheiras pigmentares (que têm causas múltiplas: vascular, estrutural e pigmento).
- Melanose perioral ou outras hipercromias específicas.
Na consulta, a diferença não é preciosismo: muda o tratamento, o risco e o tipo de resultado possível.
Por que o melasma aparece e por que ele volta
Se eu tivesse que resumir melasma em uma frase de consultório, eu diria: melasma é uma pele com “memória de pigmento” que reage demais à luz e à inflamação.
Mesmo quando clareamos bastante, existe uma tendência à recorrência porque:
- A pele “aprende” a pigmentação com estímulos repetidos (luz + calor + inflamação).
- A barreira cutânea, quando agredida, inflama mais e pigmenta mais.
- Alguns tratamentos muito agressivos podem causar o efeito oposto (piora por irritação).
- Hormônios e predisposição genética continuam existindo — então o plano precisa ser de controle, não de promessa.
A Academia Americana de Dermatologia reforça que o plano costuma começar por fotoproteção rigorosa e manutenção consistente, porque a luz pode escurecer e reativar o melasma.
Gatilhos invisíveis: UVA, luz visível, calor e inflamação
A maioria das pessoas pensa apenas em “queimar no sol”. Só que melasma é mais sutil:
UVA (inclusive através de vidro)
UVA penetra mais profundamente e está presente mesmo quando o dia não “parece” ensolarado. Carro, escritório, janelas: tudo isso conta.
Luz visível (incluindo telas e iluminação intensa)
Para muitos pacientes, especialmente fototipos médios a altos, a luz visível pode piorar melasma — por isso, protetor com cor (com óxidos de ferro) costuma ser uma peça estratégica.
Calor e inflamação
Cozinha quente, treino ao ar livre sem proteção adequada, sauna, praia em horários críticos: o calor aumenta reatividade vascular e inflamatória, e isso “conversa” com o pigmento.
Irritação (o gatilho mais subestimado)
Esfoliação excessiva, ácidos fortes sem orientação, misturar ativos, fricção, depilação agressiva, cosméticos perfumados que ardem: tudo isso pode manter a pele em microinflamação e segurar o melasma aceso.
Tipos de melasma e como isso muda o tratamento
Na prática clínica, a gente costuma classificar por profundidade do pigmento e por padrão:
Por profundidade
- Mais superficial (epidérmico): tende a responder melhor a tópicos e rotina bem feita.
- Mais profundo (dérmico): clareia, mas pode ser mais lento e mais resistente.
- Misto: o mais comum.
Por padrão facial
- Centrofacial: testa, nariz, buço, queixo.
- Malar: maçãs.
- Mandibular: linha da mandíbula (menos comum e exige avaliação cuidadosa).
Eu sempre explico isso porque alinha expectativa: às vezes a pessoa quer “zerar” em 30 dias, mas o caminho seguro é outro: clarear, estabilizar e manter.
Para quem é indicado tratar
Melasma tem indicação de tratamento quando incomoda, quando oscila muito ou quando está associado a sinais de inflamação e sensibilidade. Em geral, é indicado para quem deseja:
- Melhorar uniformidade do tom e viço
- Reduzir contraste considerável entre mancha e pele ao redor
- Diminuir oscilações (“clareia e escurece toda hora”)
- Construir uma rotina de prevenção com orientação médica
- Integrar melasma com plano de pele saudável e natural look (Quiet Beauty)
Também existe um momento de “pausa estratégica” (ou escolha de tratamentos mais seguros), por exemplo:
- Gravidez e amamentação (dependendo do caso e do ativo)
- Pele extremamente sensibilizada (primeiro recuperamos barreira)
- Uso recente de procedimentos agressivos ou queimadura solar
- Suspeita diagnóstica de outra condição (precisa confirmar antes)
Como eu avalio melasma em consulta
Eu conduzo como conduzo qualquer condição crônica: entender história, gatilhos, pele real e objetivo real.
O que costuma entrar na avaliação:
- Quando começou (gravidez, anticoncepcional, exposição solar, estresse, pós-procedimento)
- Profissão e rotina (carro, janela, praia, esportes)
- Produtos em uso (ativos, fragrância, irritação, “receitas da internet”)
- Fotoproteção (tipo, quantidade, reaplicação, protetor com cor)
- Sensibilidade e barreira (ardência, descamação, acne, rosácea)
- Exame da pele, padrão das manchas e sinais de inflamação
- Registro fotográfico padronizado para comparar evolução com justiça
Essa etapa é onde a medicina vence a ansiedade: melasma não é sobre “um produto milagroso”, é sobre arquitetura do tratamento.
Como funciona o tratamento na Clínica Rafaela Salvato
Aqui entra o que eu chamo de “protocolo Quiet Beauty para melasma”: clarear sem agressão, preservar barreira, otimizar rotina e, quando indicado, usar tecnologia com critério. Isso conversa diretamente com quem busca Beleza Silenciosa, resultado refinado e pele com aparência saudável (e não “mexida demais”).
Para conhecer mais sobre minha atuação e posicionamento clínico em Florianópolis, você pode ver também: dermatologista em Florianópolis, clínica dermatológica premium, perfil médico e credenciais e Dra. Rafaela Salvato.
Etapa 1: proteção solar “de verdade” (o pilar do controle)
Se eu pudesse escolher só UMA intervenção para melasma, eu escolheria fotoproteção bem feita. A AAD orienta uso de protetor amplo espectro, FPS 30 ou mais, com reaplicação e medidas físicas (chapéu, sombra).
Na prática, eu ensino o paciente a acertar:
- Quantidade: pouca quantidade = proteção muito menor do que o rótulo promete.
- Reaplicação: principalmente quando há suor, praia, caminhada, carro e janelas.
- Amplitude: rosto + orelhas + pescoço + colo (quando expostos).
- Protetor com cor (óxidos de ferro): muitas vezes é um divisor de águas por causa da luz visível.
- Acessórios: chapéu de aba larga, óculos, sombra, evitar horário crítico.
- Estratégia de “retoque”: considerar pó com FPS ou bastão para reaplicar ao longo do dia (sem fricção agressiva).
Floripa tem dias lindos (e isso é maravilhoso), mas isso significa também maior carga de luz ao longo do ano. Melasma exige consistência, não apenas “protetor quando vai à praia”.
Etapa 2: rotina dermocosmética inteligente (sem irritar)
A rotina ideal não é a mais complexa: é a mais consistente e a menos inflamatória.
Em geral, eu construo com:
Manhã
- Limpeza suave (sem “repuxar”)
- Antioxidante (ex.: vitamina C, dependendo do perfil)
- Hidratante/barreira (quando necessário)
- Protetor solar (de preferência com cor em muitos casos)
- Maquiagem, se desejar (desde que não irrite)
Noite
- Limpeza suave (retirar filtro e maquiagem com delicadeza)
- Tratamento (ativo clareador ou renovador conforme tolerância)
- Reforço de barreira (ceramidas, pantenol, niacinamida, conforme indicação)
Um ponto central: melasma piora com irritação. Então, se um produto arde, descama e você “empurra” mesmo assim, frequentemente você está alimentando o problema.
Etapa 3: clareadores sob prescrição (quando indicado, com ciclos)
Aqui entram ativos com evidência clínica e uso médico por ciclos e combinação. Um exemplo clássico é a combinação com hidroquinona e outros ativos — mas não é “para todo mundo”, nem “para sempre”. A literatura clínica frequentemente descreve hidroquinona em faixas e por tempo limitado, e reforça que melasma costuma exigir terapia combinada e estratégia de manutenção.
Também existe o lugar de outros ativos (como ácido azelaico, retinoides, ácido kójico, entre outros), escolhidos conforme:
- Fototipo
- Sensibilidade
- Presença de acne/rosácea
- Profundidade do melasma
- História de irritação ou mancha pós-procedimento
E, quando falamos de opções sistêmicas, como ácido tranexâmico, isso pode existir em casos selecionados, com avaliação de contraindicações, histórico pessoal e risco trombótico. DermNet descreve mecanismos e usos em dermatologia para melasma e outras condições, reforçando que deve ser conduzido com critério médico.
Etapa 4: procedimentos em consultório (o “acelerador”, não a base)
Procedimentos podem ajudar — mas em melasma, “mais forte” não significa “melhor”. O objetivo é clarear sem inflamar.
As opções, conforme o caso, podem incluir:
- Peelings químicos superficiais (quando há boa barreira e indicação)
- Microagulhamento / drug delivery (com protocolos que respeitam o risco de hiperpigmentação)
- Lasers e luz com critério (parâmetros conservadores, preparo prévio e pós-cuidado rigoroso)
Sobre lasers: onde entram Fotona e laser de picossegundo
Tecnologia é maravilhosa quando usada com inteligência. Em melasma, eu avalio com cuidado porque alguns lasers podem melhorar, mas também podem piorar se a pele inflamar ou se o parâmetro não for o ideal para aquele perfil.
- Laser de picossegundo: pode ser considerado em casos selecionados, especialmente quando há componente de pigmento resistente e a pele está bem preparada (rotina + fotoproteção).
- Fotona (plataforma laser): pode ter aplicações em protocolos de pele e estímulo, mas a decisão é sempre individual: pele reativa pede conservadorismo.
- O “segredo” aqui não é o nome do equipamento, e sim o protocolo: preparo, seleção do paciente, parâmetros, intervalo e pós-cuidado.
E Liftera 2 e Coolfase: por que estão em um texto sobre melasma?
Porque eu trato pessoas, não “manchas isoladas”. Muitos pacientes com melasma também querem:
- Textura mais uniforme
- Poros e viço
- Flacidez leve a moderada
- “Natural look” com melhora global
Liftera 2 (ultrassom microfocado) e Coolfase (radiofrequência/tecnologia de estímulo, conforme indicação clínica) não são “clareadores de melasma” por si só — mas podem compor um plano de Skin Quality e Quiet Luxury, desde que eu controle calor, inflamação e fotoproteção, e escolha o momento certo do protocolo.
Toxina botulínica e bioestimuladores: também não tratam melasma, mas ajudam o projeto “pele bonita”
- Toxina botulínica: melhora linhas de expressão e pode refinar o terço superior com naturalidade, sem relação direta com pigmento.
- Bioestimuladores de colágeno: melhoram firmeza e qualidade dérmica, com foco em longo prazo (Dermatologia Regenerativa), sem prometer clareamento de manchas.
O ponto é: em uma abordagem premium e de alta performance, eu alinho prioridades para não “aquecer e irritar” uma pele que está lutando com pigmento.
Para entender mais sobre tecnologias e certificações no meu ecossistema, veja: Tecnologias e certificações, Dermatologia Regenerativa, tratamentos da clínica e Dermatologia de Alta Performance.
Etapa 5: manutenção (o que mantém o melasma controlado)
Melasma melhora e… a vida acontece. Sol, viagens, festas, rotina corrida. Manutenção serve para você viver bem sem pagar o preço na pele.
A manutenção costuma incluir:
- Fotoproteção consistente (com cor, quando indicado)
- Rotina de barreira e anti-inflamação
- Clareadores “suaves” de manutenção (conforme tolerância)
- Reavaliações periódicas para ajustar o plano
Principais benefícios e resultados esperados (com honestidade)
Em consulta, eu gosto de alinhar assim:
- Você pode clarear bastante.
- Você pode estabilizar e reduzir recaídas.
- Você provavelmente não deve perseguir “pele sem nenhuma sombra” como meta absoluta, porque isso costuma empurrar para agressividade (irritação) e piora.
Prazos comuns (variáveis):
- Primeiros sinais: 4 a 8 semanas (rotina + proteção)
- Clareamento mais evidente: 8 a 16 semanas
- Estabilização e manutenção: contínuo
Como eu gosto de medir progresso:
- Fotos padronizadas
- Percepção de oscilação (“antes eu escurecia em 2 dias, agora estabiliza”)
- Uniformidade geral e qualidade de pele (não só “a mancha”)
Segurança clínica, ANVISA e transparência (sem atalhos)
Em um cenário premium, segurança não é “detalhe”: é pilar.
- Equipamentos médicos e tecnologias devem ser regularizados e usados conforme normas e classificação de risco. A ANVISA descreve o arcabouço regulatório de dispositivos médicos e requisitos de boas práticas para classes de maior risco.
- Protocolos incluem: anamnese detalhada, checagem de contraindicações, preparo da pele, parâmetros conservadores quando necessário, orientações de pós, e acompanhamento.
- Eu evito promessas irreais e priorizo decisões explicáveis: você entende o porquê de cada passo.
Se você tem melasma, seu tratamento precisa ser “elegante”: firme no que funciona, cuidadoso no que irrita, estratégico na tecnologia.
Melasma e Quiet Beauty: natural look é resultado de pele estável, não de excesso
O conceito de Quiet Beauty (Beleza Silenciosa) combina muito com melasma porque melasma é um “termômetro” de como a pele está sendo tratada. Quando a pele está estável, protegida e bem cuidada, o resultado aparece como:
- Tom mais uniforme
- Textura mais regular
- Viço real (não brilho oleoso)
- Maquiagem mais leve e pele mais “nua”
- Aparência descansada
Isso é o que o público AAA geralmente procura: um resultado que não grita procedimento.
Se quiser conhecer melhor meus pilares de atuação em Florianópolis, veja também: endereços e contato em Florianópolis e meu perfil completo: Dra. Rafaela Salvato.
Perguntas frequentes sobre melasma (FAQ)
1) Melasma tem cura?
Na Clínica Rafaela Salvato, eu explico que melasma é crônico: o objetivo é controle, não promessa de “cura definitiva”. Com fotoproteção correta, rotina bem indicada e, quando necessário, procedimentos criteriosos, é possível clarear e estabilizar por longos períodos. Se quiser, você pode considerar avaliação.
2) Por que meu melasma piora mesmo usando protetor?
Na Clínica Rafaela Salvato, a causa mais comum é erro de estratégia: pouca quantidade, falta de reaplicação, protetor sem proteção adequada para UVA/luz visível, ou exposição por vidro e calor. Ajustar “como” você usa o protetor costuma mudar o jogo. Para orientar seu caso, agende pelo WhatsApp.
3) Protetor com cor ajuda mesmo?
Na Clínica Rafaela Salvato, eu indico protetor com cor em muitos casos porque os óxidos de ferro ajudam a proteger contra luz visível, que pode piorar melasma. Ele também uniformiza o tom e reduz a necessidade de maquiagem pesada, o que diminui fricção e irritação. Podemos escolher juntos em consulta.
4) Melasma piora na gravidez?
Na Clínica Rafaela Salvato, é comum piorar na gravidez por influência hormonal e maior reatividade pigmentária. O foco passa a ser fotoproteção rigorosa e rotina segura para gestantes, sem ativos contraindicados. Depois que o período hormonal estabiliza, reavaliamos opções. Se estiver gestante, fale com a equipe.
5) Anticoncepcional pode piorar melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, eu observo que pode piorar em algumas pacientes, especialmente quando há predisposição genética e exposição solar. Não é regra, mas é um fator a considerar no seu histórico. A decisão deve ser compartilhada com seu ginecologista e alinhada ao plano dermatológico.
6) Laser é indicado para melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, laser pode ser indicado em casos selecionados, com preparo e parâmetros conservadores, porque melasma pode piorar se houver inflamação. Eu avalio fototipo, sensibilidade, rotina e histórico de manchas pós-procedimento antes de propor qualquer tecnologia. Para decidir com segurança, agende avaliação.
7) O laser de picossegundo pode clarear melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, o laser de picossegundo pode ajudar em alguns perfis, principalmente quando o pigmento está resistente e a pele está bem estabilizada. Mesmo assim, não é “primeiro passo” para todo mundo e exige manutenção rigorosa, porque melasma pode recidivar.
8) Fotona serve para melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, plataformas como Fotona podem entrar em protocolos de pele e qualidade cutânea, mas a decisão em melasma é individual. O ponto crítico é evitar inflamação e aquecimento excessivo. Quando indicado, eu uso protocolo conservador e acompanhamento de resposta.
9) Peeling clareia melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, peelings superficiais podem auxiliar em alguns casos, especialmente quando há componente superficial e pele bem preparada. Em pele muito sensível ou sem fotoproteção adequada, peeling pode irritar e piorar. Por isso a indicação é personalizada e nunca “de prateleira”.
10) Microagulhamento piora melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, microagulhamento pode ajudar quando bem indicado e feito com técnica e pós-cuidados rigorosos, mas pode piorar se gerar inflamação excessiva ou se a pele estiver sensibilizada. Eu defino profundidade, intervalos e ativos conforme seu risco de hiperpigmentação.
11) Qual é o melhor clareador para melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, não existe “o melhor” universal. Eu escolho conforme fototipo, sensibilidade, profundidade e histórico: alguns casos respondem bem a azelaico e antioxidantes; outros pedem combinações sob prescrição por ciclos. A escolha errada irrita e atrasa. Para definir, agende.
12) Hidroquinona é segura?
Na Clínica Rafaela Salvato, hidroquinona pode ser segura quando usada com indicação correta, tempo limitado e acompanhamento, respeitando ciclos e manutenção. O erro é uso prolongado e sem estratégia de barreira e fotoproteção. Eu explico riscos e benefícios no seu contexto antes de prescrever.
13) Ácido tranexâmico funciona para melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, tranexâmico pode ser opção em casos selecionados, com avaliação de contraindicações e perfil de risco. Ele não substitui fotoproteção nem rotina; é um componente possível do plano. Eu só indico após anamnese completa e alinhamento de segurança. Avalie pelo WhatsApp.
14) Vitamina C ajuda no melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, vitamina C pode ajudar como antioxidante e apoio na uniformização do tom, principalmente quando bem tolerada. Ela funciona melhor como parte da arquitetura: fotoproteção + rotina + clareadores adequados. Se irritar, ajustamos, porque irritação piora mancha.
15) Niacinamida ajuda no melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, niacinamida é frequentemente útil por reforçar barreira, reduzir inflamação e apoiar uniformidade do tom. Ela costuma ser bem tolerada e é um bom “fundo” de rotina para quem tem melasma e pele sensível.
16) Posso usar ácido todo dia para clarear mais rápido?
Na Clínica Rafaela Salvato, “mais ácido” raramente significa “mais resultado” em melasma. Excesso de renovação causa irritação, e irritação pigmenta. Eu prefiro um plano sustentável: doses certas, intervalos certos e pele confortável. Se quiser ajuste fino, agende.
17) Melasma pode aparecer no buço por depilação?
Na Clínica Rafaela Salvato, pode haver mistura de melasma e mancha pós-inflamatória por irritação local. Depilação agressiva, cera quente e atrito repetido podem manter inflamação na região. Eu avalio padrão e proponho estratégia de clareamento + controle do gatilho.
18) Maquiagem piora melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, maquiagem em si não é o vilão. O problema costuma ser remover com força, usar produtos que ardem ou “arrastar” a pele. Muitas vezes, protetor com cor reduz a necessidade de camadas e melhora a tolerância.
19) Luz do computador piora melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, a luz visível pode contribuir em alguns casos, principalmente com iluminação intensa e exposição acumulada. O ponto prático é: protetor com cor e rotina anti-inflamatória. Se seu melasma oscila no trabalho, isso merece ajuste de estratégia.
20) Qual o melhor horário para tratar melasma com procedimentos?
Na Clínica Rafaela Salvato, eu prefiro períodos em que você consegue manter fotoproteção rigorosa e evitar sol direto (por exemplo, quando não haverá viagens de praia). Procedimento sem manutenção vira frustração. Eu organizo o calendário com você para maximizar estabilidade.
21) Melasma piora no verão?
Na Clínica Rafaela Salvato, frequentemente piora porque a carga de luz e calor aumenta. Dá para atravessar o verão com controle, mas exige disciplina: quantidade correta de filtro, reaplicação, sombra e protetor com cor quando indicado. Para montar plano de verão, fale comigo.
22) E no inverno, posso relaxar o protetor?
Na Clínica Rafaela Salvato, eu não recomendo “relaxar”. UVA continua presente e entra por vidro; melasma responde a consistência. No inverno, a vantagem é conseguir procedimentos e ajustes com menor risco de exposição intensa, mas a proteção segue sendo diária.
23) Melasma pode voltar depois de clarear muito?
Na Clínica Rafaela Salvato, pode voltar, sim. Melasma tem comportamento recidivante, então manutenção é parte do tratamento. A boa notícia é que, quando você aprende sua estratégia, as recaídas tendem a ser menores e mais controláveis.
24) Posso fazer botox tendo melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, toxina botulínica é compatível com melasma, porque não é tratamento térmico e não tem como alvo o pigmento. Eu só ajusto cuidados de pele e fotoproteção no período, para manter estabilidade e evitar irritação desnecessária.
25) Bioestimulador piora melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, bioestimuladores trabalham colágeno e qualidade dérmica, não pigmento. Em geral são compatíveis, mas eu avalio se sua pele está sensível e ajusto sequência de tratamentos para evitar inflamação cumulativa. A ordem do protocolo importa muito.
26) Coolfase e Liftera 2 podem ser feitos em quem tem melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, podem entrar no plano quando há indicação de flacidez/qualidade, mas com critério de momento, energia e pós-cuidado, porque calor é um gatilho possível. Eu priorizo estabilizar melasma antes e monitoro resposta da pele.
27) Por que meu melasma não melhora mesmo com receitas da internet?
Na Clínica Rafaela Salvato, o problema costuma ser mistura de ativos, irritação contínua e ausência de estratégia completa de fotoproteção. Melasma exige arquitetura: proteger, tratar sem inflamar, manter. “Receita forte” sem direção frequentemente piora.
28) Quando eu devo suspeitar que não é melasma?
Na Clínica Rafaela Salvato, eu investigo quando a mancha é assimétrica, muda rápido, sangra, coça muito, tem bordas muito irregulares ou não segue padrão típico. Nesses casos, avaliação presencial é indispensável para segurança diagnóstica.
29) Quanto tempo dura um tratamento bem feito?
Na Clínica Rafaela Salvato, você costuma ver melhora progressiva em 2 a 4 meses, e manutenção contínua mantém estabilidade. Melasma é maratona: um plano que você consegue seguir vale mais do que um plano agressivo que você abandona.
30) Como eu começo do jeito certo?
Na Clínica Rafaela Salvato, o começo certo é consulta com avaliação do seu padrão, gatilhos e tolerância, seguido de plano por etapas: fotoproteção, rotina, prescrição (quando necessário) e tecnologia apenas quando faz sentido. Para iniciar, agende pelo WhatsApp.
Revisado por médica dermatologista
Conteúdo revisado por Dra. Rafaela Salvato (CRM-SC 14.282 | RQE 10.934) em 29/01/2026. Este material é educativo e não substitui consulta médica individualizada.
Mini currículo — Dra. Rafaela Salvato (CRM e RQE)
Dra. Rafaela Salvato é médica dermatologista em Florianópolis (SC), com 16 anos de experiência, atuação em Dermatologia Estética de Alta Performance, Quiet Beauty (Beleza Silenciosa) e Dermatologia Regenerativa. Ao longo da carreira, já atendeu mais de 12.000 pacientes, com formação contínua e mais de 33 cursos em centros e eventos no Brasil, Europa, Estados Unidos, Canadá, Ásia e Oceania.
CRM-SC 14.282 | RQE 10.934 (SBD).
Clínica Rafaela Salvato Dermatologia
Endereço: Avenida Trompowsky, 291, Salas 401, 402, 403 e 404, Torre 1 – Medical Tower – Trompowsky Corporate – Centro, Florianópolis, SC.
WhatsApp: (48) 98489-4031
Website: rafaelasalvato.com.br